Em nota publicada no seu site, o Ministério do Esporte esclareceu as denúncias publicadas no jornal Folha de São Paulo.
A Folha de São Paulo, em sua edição de ontem (sexta, dia 02), publicou a matéria "Programa-modelo do ministério tem fraude de R$ 2 mi ", sem considerar a nota oficial que enfatizava as providências adotadas pelo Ministério do Esporte, há dois anos, contra os convênios irregulares. Na edição de hoje a Folha publica no Painel do Leitor a seguinte nota enviada pelo Ministério:
1 - A iniciativa de investigar irregularidades nos convênios firmados com a Federação Brasiliense de Kung-fu e com a Associação João Dias de Kung-fu foi do próprio Ministério do Esporte, que, em 2008, instituiu processos de Tomadas de Contas Especiais contra as duas instituições;
2 - Também naquele ano, o Ministério do Esporte enviou à Controladoria Geral da União (CGU) informações sobre os referidos processos para serem encaminhados ao TCU, de forma a assegurar a devolução dos recursos aos cofres públicos.
3 - O Ministério do Esporte, por meio do Diário Oficial da União, notificou os responsáveis sobre a necessidade da devolução dos recursos ao erário.
4 - O Ministério do Esporte vem colaborando com o Ministério Público Federal e com a Polícia Civil do DF nas investigações, tendo encaminhado a todos os documentos requisitados.
Em nome da verdade dos fatos e do respeito à sociedade e aos leitores desta prestiogiosa Folha, solicitamos que estes esclarecimentos mereçam destaque na edição de amanhã, no Painel do Leitor. O ME zela pela transparência de seus atos e ações e está à disposição para quaisquer outros esclarecimentos.
Ascom - Ministério do Esporte
segunda-feira, 5 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
Vox Populi: Serra estagnado, Dilma a apenas 3 pontos
Pesquisa sobre a sucessão presidencial do instituto Vox Populi divulgada neste sábado (3) pelo Jornal da Band mostra que a ex-ministra da Casa Civil Dilma Rousseff subiu 4 pontos percentuais e vai a 31%. O ex-governador de São Paulo José Serra continua à frente na corrida eleitoral com 34% das intenções de voto, estagnado no percentual que tinha em janeiro.
O deputado federal Ciro Gomes tem 10% e a senadora Marina Silva, 5%. Brancos e nulos somam 7% enquanto 13% não souberam responder.
Num cenário sem Ciro Gomes na disputa, Serra aparece com 38% das intenções de voto e Dilma, com 33%. Marina tem 7%, brancos e nulos, também 7% e 15% não souberam responder.
A pesquisa do Vox Populi mostra um resultado bem diferente da última pesquisa Datafolha, divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo no último dia 27. Nela, Serra aparece nove pontos à frente de Dilma, com 36% contra 27% de Dilma.
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas nos dias 30 e 31 de março e tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. Não foram divulgadas simulações de segundo turno.
Com informações do R7
O deputado federal Ciro Gomes tem 10% e a senadora Marina Silva, 5%. Brancos e nulos somam 7% enquanto 13% não souberam responder.
Num cenário sem Ciro Gomes na disputa, Serra aparece com 38% das intenções de voto e Dilma, com 33%. Marina tem 7%, brancos e nulos, também 7% e 15% não souberam responder.
A pesquisa do Vox Populi mostra um resultado bem diferente da última pesquisa Datafolha, divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo no último dia 27. Nela, Serra aparece nove pontos à frente de Dilma, com 36% contra 27% de Dilma.
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas nos dias 30 e 31 de março e tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. Não foram divulgadas simulações de segundo turno.
Com informações do R7
sábado, 3 de abril de 2010
FHC não sabia do fotógrafo
“Estava tudo certo no encontro de Fernando Henrique Cardoso com o eterno cacique do Distrito Federal Joaquim Roriz. Devidamente autorizado por quem pode fazer isso, FHC queria falar do apoio de Roriz a José Serra. Machucado pela lama de seu antigo protegido José Roberto Arruda, Roriz também tinha seu interesse: uma aliança para retornar ao governo do Distrito Federal. Por razões compreensíveis, os tucanos queriam manter a conversa em segredo. Sem avisar, Roriz chegou com um fotógrafo, que entrou sem pedir licença. As imagens de um encontro na sala de visitas de FHC, que deveria ter sido discreto, acabaram no site de Roriz e abriram uma guerra dentro da campanha tucana. O PSDB paulista diz que a culpa é da turma de Brasília. A turma de Brasília diz que só fez o que lhe foi pedido.”
Fonte: http://nogueirajr.blogspot.com/
Metade dos eleitores do DF quer intervenção
Metade dos eleitores do Distrito Federal apoia o pedido de intervenção federal solicitado pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, revela pesquisa do instituto Soma Opinião & Mercado. Dos mil entrevistados, 50% se declararam a favor da medida, 39% contra e 11% não souberam responder. O conhecimento da crise é alto: 83% sabem que o Executivo e demais Poderes foram atingidos pela corrupção.
Na opinião do cientista político David Fleischer, da Universidade de Brasília, os moradores do DF vivem um período de decepção com a política. “Para a população, os Três Poderes estão contaminados e desacreditados”, avalia.
A crise, que levou à prisão de José Roberto Arruda e à renúncia do seu vice, Paulo Octávio (ambos ex-DEM), fez com que o eleitorado ficasse desorientado. Apenas 30% sabem que Wilson Lima (PR) é o atual governador em exercício; 64% afirmaram não saber quem comanda o Executivo local e outros 6% erraram o nome.
A pesquisa mostra que o eleitorado brasiliense está pessimista com os desdobramentos da crise. Para 66%, a turbulência política vai “prejudicar muito” o crescimento econômico do Distrito Federal. Para 20%, “vai prejudicar pouco”, enquanto 10% dizem que não vai haver prejuízo e 4% não souberam responder.
Fonte Agência Estado
sexta-feira, 2 de abril de 2010
O preço de um voto
Um ex-assessor do GDF foi visto em conversa bastante exaltada com um deputado distrital em uma padaria do Lago Sul esta semana. O ex-assessor avisava ao deputado que a Câmara Legislativa não deveria eleger Wilson Lima (PR) como governador tampão na eleição indireta do dia 17. Caso isso ocorresse, ele divulgaria a lista de deputados que receberam “compensações” para votar em Lima em outra eleição - a de presidente da Câmara, após a renúncia de Leonardo Prudente do cargo, em fevereiro.
Segundo o ex-assessor, ele mesmo havia ficado responsável pelas negociações. Lima teve 15 votos em sua eleição para presidente da Casa (confira votação aqui). Depois de ouvir a ameaça, o distrital não conseguia disfarçar o constrangimento. Fato é que, na noite de quarta-feira (31), ele estava presente no jantar para viabilizar a candidatura de Aguinaldo de Jesus (PRB).
Fonte: Blog da Paola
Segundo o ex-assessor, ele mesmo havia ficado responsável pelas negociações. Lima teve 15 votos em sua eleição para presidente da Casa (confira votação aqui). Depois de ouvir a ameaça, o distrital não conseguia disfarçar o constrangimento. Fato é que, na noite de quarta-feira (31), ele estava presente no jantar para viabilizar a candidatura de Aguinaldo de Jesus (PRB).
Fonte: Blog da Paola
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Dilma: oposicionistas são “viúvos da estagnação” e “têm medo”
A pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, deixou ontem a chefia da Casa Civil com um discurso de exaltação ao presidente Lula e ao governo e uma crítica aos que, por “medo”, fingem ignorar que a vida do povo brasileiro está melhorando. Eles são, segundo Dilma, os viúvos da estagnação e do Brasil que crescia pouco.
“A vida de milhões e milhões de brasileiros e de brasileiras está mudando. Nós sabemos que aqueles que lamentam, os viúvos do Brasil que crescia pouco, da estagnação, fingem ignorar que essa é uma mudança substancial. Têm medo. Eles não sabem o que oferecer ao povo, que hoje é orgulhoso e tem certeza de que sua vida mudou. Não aceita mais migalhas, parcelas ou projetos inacabados.”
Em outra referência às oposições, Dilma declarou ao presidente Lula o orgulho de todos os ministros em participarem de seu governo, enquanto integrantes de governos anteriores procuram esconder isso.
“(…) Nós podemos dizer em alto e bom som: nós nos orgulhamos de ter participado do seu governo. (…) Não importa, agora, perguntar, por que alguns não têm orgulho dos governos de que participaram. Eles devem ter seus motivos. Mas nós podemos sempre saber que nós temos um patrimônio, nós temos parte da Era Lula.”
“A vida de milhões e milhões de brasileiros e de brasileiras está mudando. Nós sabemos que aqueles que lamentam, os viúvos do Brasil que crescia pouco, da estagnação, fingem ignorar que essa é uma mudança substancial. Têm medo. Eles não sabem o que oferecer ao povo, que hoje é orgulhoso e tem certeza de que sua vida mudou. Não aceita mais migalhas, parcelas ou projetos inacabados.”
Em outra referência às oposições, Dilma declarou ao presidente Lula o orgulho de todos os ministros em participarem de seu governo, enquanto integrantes de governos anteriores procuram esconder isso.
“(…) Nós podemos dizer em alto e bom som: nós nos orgulhamos de ter participado do seu governo. (…) Não importa, agora, perguntar, por que alguns não têm orgulho dos governos de que participaram. Eles devem ter seus motivos. Mas nós podemos sempre saber que nós temos um patrimônio, nós temos parte da Era Lula.”
Rolo compressor tem PDOT
Do Correio Braziliense: Interpretadas como ameaças, as frases ditas por Durval Barbosa, durante depoimento à CPI da Codeplan na última terça-feira, estão mais para fatos consumados, alguns dos quais guardados ainda sob sigilo. Parte das denúncias que podem acionar o “rolo compressor” mencionado pelo ex-secretário de Relações Institucionais do GDF já foi feita ao Ministério Público e à Polícia Federal, que investigam a veracidade dos depoimentos prestados pelo delator do esquema de corrupção que deu origem à Operação Caixa de Pandora.
As suspeitas que arrastaram mais distritais e ex-secretários para a lista de investigados pairam sobre as votações (nos dois turnos) do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot). Em dezembro do ano passado, depois de deflagrada a Caixa de Pandora, Durval prestou depoimento em São Paulo por medida de segurança. Na época, revelou que mais distritais estariam envolvidos no escândalo. Na época não detalhou as informações. Pediu tempo para reunir documentos e evidências que pudessem confirmar as declarações.
As suspeitas que arrastaram mais distritais e ex-secretários para a lista de investigados pairam sobre as votações (nos dois turnos) do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot). Em dezembro do ano passado, depois de deflagrada a Caixa de Pandora, Durval prestou depoimento em São Paulo por medida de segurança. Na época, revelou que mais distritais estariam envolvidos no escândalo. Na época não detalhou as informações. Pediu tempo para reunir documentos e evidências que pudessem confirmar as declarações.
Assinar:
Postagens (Atom)
