O PCdoB levou ao ar nesta quinta-feira, 22, um programa partidário ousado, palpitante, otimista e de forte conteúdo político. Ao longo de dez minutos, os comunistas falam de sua participação no governo Lula, no Parlamento e de sua visão avançada sobre o país, baseada num novo projeto nacional de desenvolvimento, um dos principais pontos de seu Programa Socialista. A propaganda já está disponível para ser vista pela internet e as inserções de 30 segundo seguem sendo exibidas nos dias 24 e 27.
Com o mote “O Partido do Socialismo; uma forma moderna e mais justa de governar” e especialmente voltado para a classe trabalhadora, o programa começa fazendo menção ao homem da terra e à realidade de milhões de brasileiros do interior que, assim como o presidente Lula, lutam por uma vida mais digna e plena de direitos.
Em seguida, o deputado federal Daniel Almeida (PCdoB-BA), fala sobre a ascensão do partido. “O PCdoB cresce porque entende o que o brasileiro precisa e o que você quer”. Depois, Raimunda Leone, diretora do Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro, discorre sobre a presença dos comunistas nos movimentos sociais.
A líder do PCdoB na Câmara, deputada Vanessa Grazziotin, trata da participação parlamentar do PCdoB. Jandira Feghali, secretária de Cultura da cidade do Rio de Janeiro, aborda a atuação no Poder Executivo. "São mulheres e homens que assumem grandes desafios e governam com honestidade, competência e afeto com sua gente”.
Orlando Silva Jr., ministro do Esporte, comenta a atuação do partido na pasta desde o começo do governo Lula. "Conquistamos vitórias importantes para os brasileiros e o Brasil". E completou: “criamos o Segundo Tempo para colocar um milhão de jovens praticando esportes nas escolhas”. Sobre a Copa de 2014 e Olimpíada de 2016, disse que “com essas vitórias, o Brasil ganha muito mais do que você pode imaginar".
O deputado federal Flávio Dino (PCdoB-MA), discorre sobre a modernização do sistema de saúde, a qualificação da educação, a construção de estradas e ferrovias e melhoria do transporte nas grandes cidades. "O Brasil ainda tem muitos desafios pela frente para ser uma nação justa. Por isso, o PCdoB apresenta um novo projeto nacional de desenvolvimento". Em seguida, são mostradas as seis reformas democráticas propostas pelo PCdoB como parte desse projeto: as reformas política, dos meios de comunicação, da educação, tributária, agrária e urbana.
Em seguida, são mostradas as participações que o PCdoB teve nas mais diversas lutas democráticas brasileiras ao longo de seus 88 anos.
Manuela D’Ávila, deputada pelo PCdoB-RS, fala sobre o respeito internacional adquirido pelo Brasil. "Não abrimos mão da soberania e da integração com outros países, principalmente os da América Latina, que, como o Brasil, querem ser mais independentes e fortes".
O presidente do PCdoB, Renato Rabelo, coloca que "o governo do presidente Lula foi o começo, o ponto de partida" para um novo futuro de bases socialistas. "O Brasil tem papel fundamental na América Latina e no mundo, mas precisa resolver, de uma vez por todas, as desigualdades sociais que ainda existem. O país não pode andar para trás, tem que ir em frente sempre".
O programa é finalizado em um bar, onde Netinho de Paula e Leci Brandão conversam sobre os diferentes estilos de música no Brasil, comparando tal diversidade com a que marca também a política nacional.
Confira abaixo o programa do PCdoB.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
O voto do Fredo
Por Alon Feuerwerker
Em vez de discutir o apoio a tal ou qual candidato, a UNE deveria numa próxima reunião homenagear o Fredo Ebling, cujo voto 30 anos atrás permitiu ao “U” da sigla estar até hoje em vigor, para valer
Corria o ano da graça de 1980 e a diretoria da União Nacional dos Estudantes estava reunida no DCE da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em Vitória, para tomar posição diante da reforma partidária imposta — ou segundo outras versões permitida — pelo governo João Figueiredo. A UNE fora reconstruída um ano antes e compunhamos a primeira direção, eleita pelo voto direto. Já eram os ventos da abertura a soprar.
A diretoria de 15 integrantes era complicada que só. Todos militantes ou simpatizantes de grupos e partidos que uma década antes tinham aderido à luta armada. Um assunto superado pela vida, mas as diferenças políticas persistiam. Parte pendia para o nascente PT, que outros acusavam de ser subproduto da manobra de Figueiredo para dividir o MDB (Movimento Democrático Brasileiro, única oposição partidária permitida pelo regime até então).
Mas havia duas tendências entre os “peemedebistas”, que defendiam a necessidade de a oposição continuar unida no PMDB, sucessor do MDB. Uma argumentava que o PDT, o PTB e o PT, nascidos da reforma figueiredista, eram iniciativas legítimas, e que portanto a UNE não deveria se alinhar a nenhuma sigla. Outros exigiam que a entidade apoiasse explicitamente o PMDB, segundo eles “o único partido da oposição”, pois os demais haviam aceitado a divisão patrocinada pelo regime e tirado vantagem dela.
Ano passado, a UNE comemorou 30 anos da reconstrução e um punhado daqueles diretores reunimo-nos em Porto Alegre, numa homenagem bacana organizada pelo deputado estadual Adão Villaverde (PT). E lembramos entre boas risadas daquela reunião no DCE da UFES. Por que as risadas? Por causa das manobras heterodoxas de obstrução colocadas em prática pela parte da diretoria que, em certo momento, viu-se minoria. A tática era arrastar a pauta sem decidir nada, até que chegassem os diretores ainda ausentes. E que fariam a maioria pender para o nosso lado.
No fim deu certo. Depois de três dias inteiros de sumiços convenientes para derrubar o quorum, de infinitas questões de ordem e de encaminhamento intervaladas por discursos irados e intermináveis sobre todos os assuntos possíveis, o Fredo Ebling finalmente desembarcou vindo de Porto Alegre e nos garantiu a maioria de um voto. E pela diferença de um mísero voto decidimos não decidir nada. E a UNE não se alinhou a nenhum partido.
Olhando retrospectivamente, talvez tenha sido a decisão mais importante e correta da UNE desde sua reconstrução, naquele bonito e bem brigado 1979. Porque, diferente do movimento sindical, a entidade nacional dos estudantes não se fragmentou. Não há uma UNE do PT, uma do PCdoB, uma do PSDB ou uma do Democratas. É quase inacreditável, mas todas essas forças políticas continuam aglutinadas até hoje numa única “central sindical” estudantil. Deve ser o único lugar no Brasil em que todos convivem em relativa paz.
Vejo agora no noticiário que a UNE deve discutir por estes dias uma proposta de apoio à candidatura da ex-ministra Dilma Rousseff. Eu duvido que a própria candidata tenha algo a ver com isso. Deve ser coisa das disputas político-partidárias que fazem a alma do movimento estudantil, aqui e em qualquer outro lugar do planeta. Mas há essa proposta.
A UNE tem lá seus problemas, como todo mundo. Nos últimos anos vem apoiando a administração de Luiz Inácio Lula da Silva. Alguns dizem que é por causa das verbas recebidas, mas, pelo que eu conheço, a acusação é injusta. A explicação é outra: as correntes político-partidárias que comandam majoritariamente a UNE estão com Lula, e estão no governo Lula. Como ocorre, por exemplo, com a maioria das entidades sindicais empresariais. E que não são criticadas.
Mas esse detalhe tem menos importância histórica. O governo Lula vai passar e a UNE continuará. Fundamental é ela persistir ao menos com a ambição de representar todos os estudantes, detalhe indispensável para manter abertos os canais de diálogo com o conjunto do universo estudantil.
Por isso, em vez de discutir o apoio a tal ou qual candidato, a UNE deveria numa próxima reunião homenagear o Fredo Ebling, cujo voto 30 anos atrás permitiu ao “U” da sigla estar até hoje em vigor, para valer.
É fácil encontrá-lo. Se quiserem, posso fornecer os contatos.
Seria mais inteligente. Além de inteiramente justo.
Coluna (Nas entrelinhas) publicada nesta sexta (23) no Correio Braziliense.
Fonte: Blog do Alon
Em vez de discutir o apoio a tal ou qual candidato, a UNE deveria numa próxima reunião homenagear o Fredo Ebling, cujo voto 30 anos atrás permitiu ao “U” da sigla estar até hoje em vigor, para valer
Corria o ano da graça de 1980 e a diretoria da União Nacional dos Estudantes estava reunida no DCE da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em Vitória, para tomar posição diante da reforma partidária imposta — ou segundo outras versões permitida — pelo governo João Figueiredo. A UNE fora reconstruída um ano antes e compunhamos a primeira direção, eleita pelo voto direto. Já eram os ventos da abertura a soprar.
A diretoria de 15 integrantes era complicada que só. Todos militantes ou simpatizantes de grupos e partidos que uma década antes tinham aderido à luta armada. Um assunto superado pela vida, mas as diferenças políticas persistiam. Parte pendia para o nascente PT, que outros acusavam de ser subproduto da manobra de Figueiredo para dividir o MDB (Movimento Democrático Brasileiro, única oposição partidária permitida pelo regime até então).
Mas havia duas tendências entre os “peemedebistas”, que defendiam a necessidade de a oposição continuar unida no PMDB, sucessor do MDB. Uma argumentava que o PDT, o PTB e o PT, nascidos da reforma figueiredista, eram iniciativas legítimas, e que portanto a UNE não deveria se alinhar a nenhuma sigla. Outros exigiam que a entidade apoiasse explicitamente o PMDB, segundo eles “o único partido da oposição”, pois os demais haviam aceitado a divisão patrocinada pelo regime e tirado vantagem dela.
Ano passado, a UNE comemorou 30 anos da reconstrução e um punhado daqueles diretores reunimo-nos em Porto Alegre, numa homenagem bacana organizada pelo deputado estadual Adão Villaverde (PT). E lembramos entre boas risadas daquela reunião no DCE da UFES. Por que as risadas? Por causa das manobras heterodoxas de obstrução colocadas em prática pela parte da diretoria que, em certo momento, viu-se minoria. A tática era arrastar a pauta sem decidir nada, até que chegassem os diretores ainda ausentes. E que fariam a maioria pender para o nosso lado.
No fim deu certo. Depois de três dias inteiros de sumiços convenientes para derrubar o quorum, de infinitas questões de ordem e de encaminhamento intervaladas por discursos irados e intermináveis sobre todos os assuntos possíveis, o Fredo Ebling finalmente desembarcou vindo de Porto Alegre e nos garantiu a maioria de um voto. E pela diferença de um mísero voto decidimos não decidir nada. E a UNE não se alinhou a nenhum partido.
Olhando retrospectivamente, talvez tenha sido a decisão mais importante e correta da UNE desde sua reconstrução, naquele bonito e bem brigado 1979. Porque, diferente do movimento sindical, a entidade nacional dos estudantes não se fragmentou. Não há uma UNE do PT, uma do PCdoB, uma do PSDB ou uma do Democratas. É quase inacreditável, mas todas essas forças políticas continuam aglutinadas até hoje numa única “central sindical” estudantil. Deve ser o único lugar no Brasil em que todos convivem em relativa paz.
Vejo agora no noticiário que a UNE deve discutir por estes dias uma proposta de apoio à candidatura da ex-ministra Dilma Rousseff. Eu duvido que a própria candidata tenha algo a ver com isso. Deve ser coisa das disputas político-partidárias que fazem a alma do movimento estudantil, aqui e em qualquer outro lugar do planeta. Mas há essa proposta.
A UNE tem lá seus problemas, como todo mundo. Nos últimos anos vem apoiando a administração de Luiz Inácio Lula da Silva. Alguns dizem que é por causa das verbas recebidas, mas, pelo que eu conheço, a acusação é injusta. A explicação é outra: as correntes político-partidárias que comandam majoritariamente a UNE estão com Lula, e estão no governo Lula. Como ocorre, por exemplo, com a maioria das entidades sindicais empresariais. E que não são criticadas.
Mas esse detalhe tem menos importância histórica. O governo Lula vai passar e a UNE continuará. Fundamental é ela persistir ao menos com a ambição de representar todos os estudantes, detalhe indispensável para manter abertos os canais de diálogo com o conjunto do universo estudantil.
Por isso, em vez de discutir o apoio a tal ou qual candidato, a UNE deveria numa próxima reunião homenagear o Fredo Ebling, cujo voto 30 anos atrás permitiu ao “U” da sigla estar até hoje em vigor, para valer.
É fácil encontrá-lo. Se quiserem, posso fornecer os contatos.
Seria mais inteligente. Além de inteiramente justo.
Coluna (Nas entrelinhas) publicada nesta sexta (23) no Correio Braziliense.
Fonte: Blog do Alon
terça-feira, 20 de abril de 2010
Messias de Souza diz que forças democráticas podem recuperar Brasília
A crise de Brasília pode ser o marco para uma reviravolta na vida político-administrativa da cidade, afastando o grupo que por 22 anos quase ininterruptos dominou a capital federal. Nas eleições deste ano, podem ser vitoriosas as forças democráticas que garantirão uma administração correta e transparente à cidade. “Com isso, no dia em que comemora o seu 50º aniversário, a cidade tem o que comemorar”, considera Messias de Souza, candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF) pelo PCdoB nas eleições deste ano.
“Brasília tem condições de recuperar-se, sobretudo pela grande mobilização que as forças progressistas tem feito para apontar novo rumo. No dia 3 de outubro é possível uma ampla renovação da representação do Distrito Federal, tanto na Câmara Legislativa como no Congresso Nacional. Será um grande passo para o reencontro de Brasília com a cidadania e com o seu destino de grandeza e de desenvolvimento do interior do País”, afirmou.
Em discurso na sessão solene que comemorou a data, na manhã desta terça-feira (20), a deputada Jô Moraes (PCdoB-MG) também manifestou “a certeza e a convicção de que Brasília haverá de recuperar a confiança e a legitimidade de suas instituições. Os brasileiros e as brasileiras que aqui residem não se confundem com os desvios que ocorrem nesta Unidade da Federação. Os brasileiros e brasileiras que aqui residem querem ver a República, a democracia, a coisa pública como um bem maior.”
“Brasília tem condições de recuperar-se, sobretudo pela grande mobilização que as forças progressistas tem feito para apontar novo rumo. No dia 3 de outubro é possível uma ampla renovação da representação do Distrito Federal, tanto na Câmara Legislativa como no Congresso Nacional. Será um grande passo para o reencontro de Brasília com a cidadania e com o seu destino de grandeza e de desenvolvimento do interior do País”, afirmou.
Em discurso na sessão solene que comemorou a data, na manhã desta terça-feira (20), a deputada Jô Moraes (PCdoB-MG) também manifestou “a certeza e a convicção de que Brasília haverá de recuperar a confiança e a legitimidade de suas instituições. Os brasileiros e as brasileiras que aqui residem não se confundem com os desvios que ocorrem nesta Unidade da Federação. Os brasileiros e brasileiras que aqui residem querem ver a República, a democracia, a coisa pública como um bem maior.”
50 anos: forças democráticas vão recuperar Brasília
A crise política em Brasília pode ser o marco para uma reviravolta na vida político-administrativa da cidade, afastando o grupo que por 22 anos quase ininterruptos dominou a capital federal. Nas eleições deste ano, deve sair vitorioso o grupo de forças democráticas que garantirá a Brasília uma administração correta e transparente. Com isso, no dia em que comemora o seu 50o aniversário, a cidade tem o que comemorar.
A avaliação é de Messias de Souza, candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF) pelo PCdoB nas eleições deste ano. “Ela (Brasília) foi ao fundo o poço, mas tem condições de recuperar-se, sobretudo pela grande mobilização que as forças progressistas tem feito para apontar novo rumo para Brasília, o que se consolidará em 3 de outubro, com ampla renovação da representação do Distrito Federal, tanto na Câmara Legislativa como no Congresso Nacional, o que representará grande passo para o reencontro de Brasília com a cidadania e com o seu destino de grandeza e de desenvolvimento do interior do País”, afirmou.O presidente regional do PCdoB-DF, Augusto Madeira, faz a mesma análise. Ele acredita que nas eleições deste ano, Brasília vai recuperar-se politicamente, instalando no poder um grupo comprometido com a democracia. Ele também vê motivos para comemoração no fato da cidade ter cumprido o seu papel original de contribuir para a interiorização do País.
Em discurso na sessão solene que comemorou a data, na manhã desta terça-feira (20), a deputada Jô Moraes (PCdoB-MG) também manifestou “a certeza e a convicção de que Brasília haverá de recuperar a confiança e a legitimidade de suas instituições. Os brasileiros e as brasileiras que aqui residem não se confundem com os desvios que ocorrem nesta Unidade da Federação. Os brasileiros e brasileiras que aqui residem querem ver a República, a democracia, a coisa pública como um bem maior.”
Festa garantida
A posse do novo governador, Rogério Rosso (PMDB), eleito indiretamente pela Câmara Legislativa, dá um fôlego à cidade que viu, em 68 dias, a troca de quatro governadores:um preso, acusado de corrupção, José Roberto Arruda (ex-DEM); a renúncia do vice Paulo Octávio (DEM), também sob acusação de corrupção; e o terceiro, Wilson Lima (PR), presidente da Câmara que assumiu o cargo, partidário de Arruda, que perdeu a eleição para Rosso. Depois de quatro meses de noticiário negativo, os 2,6 milhões de habitantes da cidade vão poder assistir a festa programada para o aniversário da cidade, que estava ameaçada de não acontecer. Somente hoje (20), véspera da festa, foi confirmada a programação que acontecerá na Esplanada dos Ministérios durante todo o dia de amanhã (21), incluindo show de artistas como Daniela Mercury e Milton Nascimento. A previsão de público é de um milhão de pessoas.
O Tribunal de Contas do DF havia suspendido a licitação para contratação da infraestrutura da festa, mas o novo governador negociou o apoio do empresariado brasiliense como patrocinador, garantindo a realização da festa, o que dá sinal de que a cidade está voltando a normalidade. Outro traço de que a cidade volta à rotina é a manifestação do governador de que vai escolher seu secretariado – que começou a compor hoje - por critério técnico.
Às 23 horas desta terça-feira (20), no Altar Monumento da Esplanada dos Ministérios uma Missa Solene abrirá as festividades. Presidida pelo arcebispo da cidade, Dom João Braz de Aviz, a celebração é uma tradição. O secretário-geral do Congresso Eucarístico Nacional, Monsenhor Marcony Vinícius Ferreira, explica que “essa Missa é um marco histórico. Foi Juscelino Kubsticheck que há 50 anos pediu que a missa fosse realizada, às 23 horas do dia 20 de abril, no Palácio do Planalto, porque ele queria entrar no dia 21 sob orações”.
Sessão solene

As comemorações começaram antes da missa com a sessão solene promovida pela Câmara dos Deputados, na manhã desta terça-feira, para marcar o aniversário da cidade e a transferência do Poder Legislativo para Brasília. A galeria da Câmara dos Deputados ficou lotada por estudantes das escolas públicas e privadas de Brasília. Dois atores, representando Juscelino e Sara Kubsticheck, fizeram parte da sessão, que foi iniciada com a execução do Hino Nacional e da música Brasília, Capital da Esperança.
Antes dos discursos, foi apresentado o documentário Brasília: projeto capital, que reproduziu o show de fogos de artifícios e canhões de luzes que marcaram a inauguração da cidade no dia 21 de abril de 1960. O documentário mostrou ainda uma sequência de fatos históricos que contam a história de Brasília - e do Brasil - em seus 50 anos de existência e, entre outros, o depoimento nostálgico de Oscar Niemeyer, falando sobre “o momento de muita emoção de ver a cidade crescendo (...) a esperança e a certeza de que o Brasil vai se reinaugurar”.
De Brasília
Márcia Xavier
PCdoB chama militância e amigos para ver e debater programa de TV
A partir desta terça-feira, 20, até o dia 27, estarão no ar em rádio e televisão as inserções do PCdoB. Além disso, o programa partidário semestral será veiculado em cadeia nacional no dia 22, às 20h nas emissoras de rádio e às 20h30 nas de televisão. O partido está estimulando seus comitês e militantes a se reunirem com simpatizantes e amigos para assistir e debater o programa durante sua exibição.
A linha central do programa será mostrar que o Brasil vive um momento especial, marcado por diversas conquistas resultantes da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus aliados.
“Observando este momento, o PCdoB reafirma que o país se encontra numa encruzilhada entre o avanço e o retrocesso. A escolha entre um desses caminhos poderá mudar completamente o futuro da nação”, diz José Reinaldo Carvalho, secretário de Comunicação do partido.
O programa ainda mostrará a participação dos comunistas nesse conjunto de conquistas e sua luta constante, desde a fundação em 1922, pela soberania, o desenvolvimento e a realização de conquistas econômicas e sociais para os brasileiros como caminho para o socialismo.
“A ideia é apresentar lideranças que contribuem para esses êxitos ocupando importantes funções na administração pública do país em diferentes funções e, ao mesmo tempo, mostrar o enraizamento do PCdoB nas lutas políticas e sociais de nosso povo, como a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem redução salarial”, destaca José Reinaldo.
Por fim, ele salienta que “o programa é uma mensagem de alegria e otimismo com o futuro de nossa nação, mas também uma mensagem de estímulo à mobilização de nossa militância neste que é um momento crucial de nossa história”.
A linha central do programa será mostrar que o Brasil vive um momento especial, marcado por diversas conquistas resultantes da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus aliados.
“Observando este momento, o PCdoB reafirma que o país se encontra numa encruzilhada entre o avanço e o retrocesso. A escolha entre um desses caminhos poderá mudar completamente o futuro da nação”, diz José Reinaldo Carvalho, secretário de Comunicação do partido.
O programa ainda mostrará a participação dos comunistas nesse conjunto de conquistas e sua luta constante, desde a fundação em 1922, pela soberania, o desenvolvimento e a realização de conquistas econômicas e sociais para os brasileiros como caminho para o socialismo.
“A ideia é apresentar lideranças que contribuem para esses êxitos ocupando importantes funções na administração pública do país em diferentes funções e, ao mesmo tempo, mostrar o enraizamento do PCdoB nas lutas políticas e sociais de nosso povo, como a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem redução salarial”, destaca José Reinaldo.
Por fim, ele salienta que “o programa é uma mensagem de alegria e otimismo com o futuro de nossa nação, mas também uma mensagem de estímulo à mobilização de nossa militância neste que é um momento crucial de nossa história”.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Messias ficou em 2º para governador
O candidato Messias de Souza, do PCdoB-DF, ficou em segundo lugar na enquete realizada pelo Blog da Ana Maria Campos, encerrado às 14h37 do dia 18, que questionava: "Em quem você votaria para o mandato tampão de governador?".
A pesquisa foi vencida pelo governador eleito pela Câmara Legislativa, Roberto Rosso (PMDB), com 40,77% dos votos, seguido de Messias, com35,51%. O ex-governador em exercício e candidato do grupo de Joaquim Roriz, Wilson Lima, ficou com apenas 8,06% dos votos.
A pesquisa foi vencida pelo governador eleito pela Câmara Legislativa, Roberto Rosso (PMDB), com 40,77% dos votos, seguido de Messias, com35,51%. O ex-governador em exercício e candidato do grupo de Joaquim Roriz, Wilson Lima, ficou com apenas 8,06% dos votos.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Messias é apontado para deputado federal em pesquisa do instituto O&P
O instituto O&P Brasil realizou pesquisa sobre os candidatos ao legislativo no Distrito Federal, entre os dias 10 e 13 de abril, com 1.200 entrevistados e margem de erro de 2,9%. O candidato do PCdoB ao governo de Brasília, Messias de Souza, foi lembrado pelos entrevistados para uma cadeira na Câmara Federal.
Messias disputa, neste sábado, a eleição para governador do Distrito Federal, na Câmara Legislativa.
“O fato evidencia que nossas propostas para suplantar a crise de Brasília encontram eco no eleitorado”, comemora o presidente do PCdoB, Augusto Madeira.
Messias disputa, neste sábado, a eleição para governador do Distrito Federal, na Câmara Legislativa.
“O fato evidencia que nossas propostas para suplantar a crise de Brasília encontram eco no eleitorado”, comemora o presidente do PCdoB, Augusto Madeira.
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